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WikiLeaks: Assange promete acelerar divulgação de documentos

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ritandrade

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AdminFuga
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O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, diz que está a ser vítima de uma conspiração e que há uma tentativa de acabar com a organização que lidera, mas garante que, agora que foi libertado, vai acelerar a divulgação dos documentos secretos, porque até agora, apenas dois mil dos 250 mil telegramas chegaram a público.

Após mais de uma semana de detenção numa prisão britânica por causa da acusação de crimes sexuais na Suécia, Julian Assange afirmou: «O Governo sueco não apresentou uma única prova, mas meteram-me na solitária». «Estive num buraco negro durante dez dias».

Numa conferência de imprensa realizada menos de 24 horas após ter sido libertado, Julian Assange diz que a organização que fundou está a ser vítima de ataques e apela a «acções legais» contra as instituições que lideram esses ataques, lembrando que «há muitas pessoas que perderam a face com a divulgação dos documentos e há quem queira fazer carreira» à custa de terminar com a WikiLeaks, mas garante que «ainda há coisas que têm de ser expostas».

Julian Assange diz que, apesar de tudo, a WikiLeaks tem sofrido os principais ataques não de governos, mas de bancos, «bancos no Dubai, bancos nos EUA». Recorde-se que recentemente, fonte da WikiLeaks tinha afirmado que revelações a serem feitas em breve iriam fazer cair «um ou dois bancos».

«Gastamos grande parte do nosso orçamento a lidar com esses ataques, em vez de ser a fazer jornalismo», garante.

Apesar de tudo garante que os documentos continuarão a ser divulgados e explica: «As pessoas gostam de apresentar a WikiLeaks como sendo apenas eu e a minha mochila. Mas isso não é verdade, somos uma grande equipa», disse, garantindo que já se certificou que os restantes elementos estão «em grande forma».

Esta quinta-feira, Julian Assange afirmou que os seus advogados lhe comunicaram ter ouvido rumores de que teria sido alvo de uma acusação judicial nos EUA, como forma de retaliação.

O «New York Times» noticiou que os procuradores norte-americanos estão a tentar reunir provas para acusar Assange de conspirar com um antigo analista dos serviços de inteligência dos EUA, que lhe terá fornecido documentos secretos.

«Não tenho muito receio de ser extraditado para a Suécia. Há muito mais preocupação em ser extraditado para os EUA», disse Assange aos jornalistas em Londres, logo após a sua libertação.

A polícia australiana anunciou esta sexta-feira que desistiu de investigar Julian Assange. As autoridades referem que a divulgação de milhares de telegramas da diplomacia norte-americana, muitos dos quais secretos, não constituem «nenhum delito criminal sobre o qual a Austrália teria jurisdição».

TVI24



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